Vivemos em mundo em que falamos muito em sustentabilidade não é mesmo? e você já sabe o que esse termo quer dizer? Bem, abaixo segue um link explicativo com um teste de que tipo de ações sustentáveis podem ser feitas por você. Vale muito a pena conferir!!!!
http://g1.globo.com/natureza/rio20/quem-e-voce-na-rio20/platb/
Este blog foi criado graças aos pedidos dos meus alunos, com o objetivo de mantê-los mais atualizados. Além de constituir-se ainda em uma importante ferramenta didático-pedagógica.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Coca-cola Cancerígena!!!!
26/06/2012 16h45 - Atualizado em 26/06/2012 21h05
Coca-Cola brasileira tem taxa maior de corante cancerígeno, diz estudo
Valor encontrado ainda está abaixo do limite estabelecido pela Anvisa.
Substância é usada no corante caramelo, usado na bebida.
Do G1, em São Paulo
224 comentários
Um estudo divulgado nos Estados Unidos pelo Centro de Ciência de Interesse Público (CSPI, na sigla em inglês), nesta terça-feira (26), mostra que as latas do refrigerante Coca-Cola vendidas no Brasil têm a mais alta concentração da substância 4-metil imidazol (4-MI), que, em altas quantidades, poderia levar ao câncer.
| País | Quantidade de 4-MI por 355 ml de refrigerante |
|---|---|
| Brasil | 267 microgramas |
| Quênia | 177 microgramas |
| Canadá | 160 microgramas |
| Emirados Árabes Unidos | 155 microgramas |
| México | 147 microgramas |
| Reino Unido | 145 microgramas |
| Estados Unidos (Washington) | 144 microgramas |
| Japão | 72 microgramas |
| China | 56 microgramas |
As latinhas analisadas no país apresentaram 267 mcg (microgramas) de 4-MI por 355 ml de refrigerante. A substância é usada na fabricação do corante caramelo. Pelas normas brasileiras, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), seu uso é permitido, "desde que o teor de 4-metil imidazol não exceda no mesmo a 200 mg/kg".
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem apresentou a medida mg, miligrama, em vez de mcg, micrograma, ao se referir às quantias da substância avaliada no estudo. Após alerta de leitores, o erro foi corrigido às 20h59.)
O valor encontrado nas latinhas brasileiras está abaixo do limite da Anvisa, mas é o mais alto entre os países analisados. O Quênia fica em segundo lugar, com 177 mcg de 4-MI por 355 ml, seguido por Canadá (160 mcg), Emirados Árabes Unidos (155 mcg), México (147 mcg), Reino Unido (145 mcg), Estados Unidos (Washington - 144 mcg), Japão (72 mcg) e China (56 mcg).
A pesquisa foi feita pelo mesmo instituto de pesquisas que, em março fez o mesmo alertapara a substância em latinhas de refrigerante encontradas na Califórnia. Depois disso, a Coca-cola alterou sua fórmula e a taxa de 4-Mi local caiu para 4 mcg por 355 ml.
De acordo com a Coca-Cola, a quantidade da substância 4-MI presente no corante caramelo utilizado dos produtos é "absolutamente segura". A empresa afirma que "os índices do ingrediente apontados em amostra brasileira de Coca-Cola pela recente pesquisa do CSPI (Center for Science in the Public Interest) estão dentro dos padrões aprovados pela Anvisa".
A companhia informou que não vai alterar sua fórmula mundialmente conhecida. "Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", informou a empresa, via nota.
Ainda segundo a Coca-Cola Brasil, seus produtos são fabricados dentro das normas de segurança e a empresa continuará a seguir orientações de "evidências científicas sólidas".
Toxicologista explica efeito
Em março, o toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (Ceatox), explicou ao G1 que a substância se mostrou tóxica para ratos e camundongos na concentração de 360 mg/kg, que é pouco menos que o dobro do limite legal no Brasil.
A companhia informou que não vai alterar sua fórmula mundialmente conhecida. "Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", informou a empresa, via nota.
Ainda segundo a Coca-Cola Brasil, seus produtos são fabricados dentro das normas de segurança e a empresa continuará a seguir orientações de "evidências científicas sólidas".
Toxicologista explica efeito
Em março, o toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (Ceatox), explicou ao G1 que a substância se mostrou tóxica para ratos e camundongos na concentração de 360 mg/kg, que é pouco menos que o dobro do limite legal no Brasil.
O especialista explicou que o órgão mais exposto ao câncer nesses animais foi o pulmão. O fígado também ficou sujeito a diversas alterações, incluindo câncer. Além disso, foram registradas mudanças neurológicas, como convulsões e excitabilidade.
domingo, 20 de maio de 2012
sistema digestório
O SISTEMA DIGESTÓRIO
O sistema digestório humano é formado por um longo tubo
musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da
digestão. Apresenta as seguintes regiões; boca, faringe, esôfago, estômago,
intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A parede do tubo digestivo, do esôfago ao intestino, é formada
por quatro camadas: mucosa, submucosa, muscular e adventícia.
A abertura pela qual o alimento entra no tubo digestivo é a
boca. Aí encontram-se os dentes e a língua, que preparam o alimento para a
digestão, por meio da mastigação. Os dentes reduzem os alimentos em pequenos
pedaços, misturando-os à saliva, o que irá facilitar a futura ação das
enzimas.
Imagem: http://www.webciencia.com/11_06dente.htm
Os dentes são estruturas duras, calcificadas, presas ao maxilar
superior e mandíbula, cuja atividade principal é a mastigação. Estão implicados,
de forma direta, na articulação das linguagens. Os nervos sensitivos e os vasos
sanguíneos do centro de qualquer dente estão protegidos por várias camadas de
tecido. A mais externa, o esmalte, é a substância mais dura. Sob o
esmalte, circulando a polpa, da coroa até a raiz, está situada uma
camada de substância óssea chamada dentina. A cavidade pulpar é ocupada
pela polpa dental, um tecido conjuntivo frouxo, ricamente vascularizado e
inervado. Um tecido duro chamado cemento separa a raiz do ligamento
peridental, que prende a raiz e liga o dente à gengiva e à mandíbula, na
estrutura e composição química assemelha-se ao osso; dispõe-se como uma fina
camada sobre as raízes dos dentes. Através de um orifício aberto na extremidade
da raiz, penetram vasos sanguíneos, nervos e tecido conjuntivo.
Em sua primeira dentição, o ser humano tem 20 peças que recebem
o nome de dentes de leite. À medida que os maxilares crescem, estes dentes são
substituídos por outros 32 do tipo permanente. As coroas dos dentes permanentes
são de três tipos: os incisivos, os caninos ou presas e os molares. Os incisivos
têm a forma de cinzel para facilitar o corte do alimento. Atrás dele, há três
peças dentais usadas para rasgar. A primeira tem uma única cúspide pontiaguda.
Em seguida, há dois dentes chamados pré-molares, cada um com duas cúspides.
Atrás ficam os molares, que têm uma superfície de mastigação relativamente
plana, o que permite triturar e moer os alimentos.
Imagem: http://www.webciencia.com/11_06dente.htm
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A língua movimenta o alimento empurrando-o em direção a
garganta, para que seja engolido. Na superfície da língua existem dezenas de
papilas gustativas, cujas células sensoriais percebem os quatro sabores
primários: amargo (A), azedo ou ácido (B), salgado (C) e doce (D). De sua
combinação resultam centenas de sabores distintos. A distribuição dos quatro
tipos de receptores gustativos, na superfície da língua, não é
homogênea.
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A presença de alimento na boca, assim como sua visão e cheiro,
estimulam as glândulas salivares a secretar saliva, que contém a enzima
amilase salivar ou ptialina, além de sais e outras substâncias. A
amilase salivar digere o amido e outros polissacarídeos (como o glicogênio),
reduzindo-os em moléculas de maltose (dissacarídeo). Três pares de glândulas
salivares lançam sua secreção na cavidade bucal: parótida, submandibular e
sublingual:
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O sais da saliva neutralizam substâncias ácidas e mantêm, na
boca, um pH neutro (7,0) a levemente ácido (6,7), ideal para a ação da ptialina.
O alimento, que se transforma em bolo alimentar, é empurrado pela língua para o
fundo da faringe, sendo encaminhado para o esôfago, impulsionado pelas ondas
peristálticas (como mostra a figura do lado esquerdo), levando entre 5 e 10
segundos para percorrer o esôfago. Através dos peristaltismo, você pode ficar de
cabeça para baixo e, mesmo assim, seu alimento chegará ao intestino. Entra em
ação um mecanismo para fechar a laringe, evitando que o alimento penetre nas
vias respiratórias.
Quando a cárdia (anel muscular, esfíncter) se relaxa, permite a
passagem do alimento para o interior do estômago.
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Imagem: CD O CORPO HUMANO 2.0. Globo
Multimídia.
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A faringe, situada no final da cavidade bucal, é um canal comum
aos sistemas digestório e respiratório: por ela passam o alimento, que se dirige
ao esôfago, e o ar, que se dirige à laringe.
O esôfago, canal que liga a faringe ao estômago, localiza-se
entre os pulmões, atrás do coração, e atravessa o músculo diafragma, que separa
o tórax do abdômen. O bolo alimentar leva de 5 a 10 segundos para
percorre-lo.
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O estômago é uma bolsa de parede musculosa, localizada no lado
esquerdo abaixo do abdome, logo abaixo das últimas costelas. É um órgão muscular
que liga o esôfago ao intestino delgado. Sua função principal é a digestão de
alimentos protéicos. Um músculo circular, que existe na parte inferior, permite
ao estômago guardar quase um litro e meio de comida, possibilitando que não se
tenha que ingerir alimento de pouco em pouco tempo. Quando está vazio, tem a
forma de uma letra "J" maiúscula, cujas duas partes se unem por ângulos
agudos.
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Segmento superior: é o mais volumoso, chamado "porção
vertical". Este compreende, por sua vez, duas partes superpostas; a grande
tuberosidade, no alto, e o corpo do estômago, abaixo, que termina pela pequena
tuberosidade.
Segmento inferior: é denominado "porção horizontal", está
separado do duodeno pelo piloro, que é um esfíncter. A borda direita, côncava, é
chamada pequena curvatura; a borda esquerda, convexa, é dita grande curvatura. O
orifício esofagiano do estômago é o cárdia.
As túnicas do estômago: o estômago compõe-se de quatro
túnicas; serosa (o peritônio), muscular (muito desenvolvida), submucosa (tecido
conjuntivo) e mucosa (que secreta o suco gástrico). Quando está cheio de
alimento, o estômago torna-se ovóide ou arredondado. O estômago tem movimentos
peristálticos que asseguram sua homogeneização.
O estômago produz o suco gástrico, um líquido claro,
transparente, altamente ácido, que contêm ácido clorídrico, muco, enzimas e
sais. O ácido clorídrico mantém o pH do interior do estômago entre 0,9 e 2,0.
Também dissolve o cimento intercelular dos tecidos dos alimentos, auxiliando a
fragmentação mecânica iniciada pela mastigação.
A pepsina, enzima mais potente do suco gástrico, é secretada na
forma de pepsinogênio. Como este é inativo, não digere as células que o
produzem. Por ação do ácido cloródrico, o pepsinogênio, ao ser lançado na luz do
estômago, transforma-se em pepsina, enzima que catalisa a digestão de
proteínas.
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Imagem: CD O CORPO HUMANO 2.0. Globo
Multimídia.
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A pepsina, ao catalizar a hidrólise de proteínas, promove o
rompimento das ligações peptídicas que unem os aminoácidos. Como nem todas as
ligações peptídicas são acessíveis à pepsina, muitas permanecem intactas.
Portanto, o resultado do trabalho dessa enzima são oligopeptídeos e aminoácidos
livres.
A renina, enzima que age sobre a caseína, uma das proteínas do
leite, é produzida pela mucosa gástrica durante os primeiros meses de vida. Seu
papel é o de flocular a caseína, facilitando a ação de outras enzimas
proteolíticas.
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A mucosa gástrica é recoberta por uma camada de muco, que a
protege da agressão do suco gástrico, bastante corrosivo. Apesar de estarem
protegidas por essa densa camada de muco, as células da mucosa estomacal são
continuamente lesadas e mortas pela ação do suco gástrico. Por isso, a mucosa
está sempre sendo regenerada. Estima-se que nossa superfície estomacal seja
totalmente reconstituída a cada três dias. Eventualmente ocorre desequilíbrio
entre o ataque e a proteção, o que resulta em inflamação difusa da mucosa
(gastrite) ou mesmo no aparecimento de feridas dolorosas que sangram (úlceras
gástricas).
A mucosa gástrica produz também o fator intrínseco, necessário à
absorção da vitamina B12.
O bolo alimentar pode permanecer no estômago por até quatro
horas ou mais e, ao se misturar ao suco gástrico, auxiliado pelas contrações da
musculatura estomacal, transforma-se em uma massa cremosa acidificada e
semilíquida, o quimo.
Passando por um esfíncter muscular (o piloro), o quimo vai
sendo, aos poucos, liberado no intestino delgado, onde ocorre a maior parte da
digestão.
O intestino delgado é um tubo com pouco mais de 6 m de
comprimento por 4cm de diâmetro e pode ser dividido em três regiões:
duodeno (cerca de 25 cm), jejuno (cerca de 5 m) e íleo
(cerca de 1,5 cm).
A porção superior ou duodeno tem a forma de ferradura e compreende o piloro, esfíncter muscular da parte inferior do estômago pela qual este esvazia seu conteúdo no intestino.
A porção superior ou duodeno tem a forma de ferradura e compreende o piloro, esfíncter muscular da parte inferior do estômago pela qual este esvazia seu conteúdo no intestino.
A digestão do quimo ocorre predominantemente no duodeno e nas
primeiras porções do jejuno. No duodeno atua também o suco pancreático,
produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção
que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado e armazenada na vesícula
biliar. O pH da bile oscila entre 8,0 e 8,5. Os sais biliares têm ação
detergente, emulsificando ou emulsionando as gorduras (fragmentando suas gotas
em milhares de microgotículas).
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Imagem: CD O CORPO HUMANO 2.0. Globo
Multimídia.
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O suco pancreático, produzido pelo pâncreas, contém água,
enzimas e grandes quantidades de bicarbonato de sódio. O pH do suco pancreático
oscila entre 8,5 e 9. Sua secreção digestiva é responsável pela hidrólise da
maioria das moléculas de alimento, como carboidratos, proteínas, gorduras e
ácidos nucléicos.
A amilase pancreática fragmenta o amido em moléculas de maltose;
a lípase pancreática hidrolisa as moléculas de um tipo de gordura – os
triacilgliceróis, originando glicerol e álcool; as nucleases atuam sobre os
ácidos nucléicos, separando seus nucleotídeos.
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O suco pancreático contém ainda o tripsinogênio e o
quimiotripsinogênio, formas inativas em que são secretadas as enzimas
proteolíticas tripsina e quimiotripsina. Sendo produzidas na forma inativa, as
proteases não digerem suas células secretoras. Na luz do duodeno, o
tripsinogênio entra em contato com a enteroquinase, enzima secretada pelas
células da mucosa intestinal, convertendo-se me tripsina, que por sua vez
contribui para a conversão do precursor inativo quimiotripsinogênio em
quimiotripsina, enzima ativa.
A tripsina e a quimiotripsina hidrolisam polipeptídios,
transformando-os em oligopeptídeos. A pepsina, a tripsina e a quimiotripsina
rompem ligações peptídicas específicas ao longo das cadeias de aminoácidos.
A mucosa do intestino delgado secreta o suco entérico, solução
rica em enzimas e de pH aproximadamente neutro. Uma dessas enzimas é a
enteroquinase. Outras enzimas são as dissacaridades, que hidrolisam
dissacarídeos em monossacarídeos (sacarase, lactase, maltase). No suco entérico
há enzimas que dão seqüência à hidrólise das proteínas: os oligopeptídeos sofrem
ação das peptidases, resultando em aminoácidos.
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Suco digestivo
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Enzima
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pH ótimo
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Substrato
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Produtos
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Saliva
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Ptialina
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neutro
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polissacarídeos
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maltose
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Suco gástrico
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Pepsina
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ácido
|
proteínas
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oligopeptídeos
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Suco pancreático
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Quimiotripsina
Tripsina
Amilopepsina
Rnase
Dnase
Lipase
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alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
|
proteínas
proteínas
polissacarídeos
RNA
DNA
lipídeos
|
peptídeos
peptídeos
maltose
ribonucleotídeos
desoxirribonucleotídeos
glicerol e ácidos graxos
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Suco intestinal ou entérico
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Carboxipeptidase
Aminopeptidase
Dipeptidase
Maltase
Sacarase
Lactase
|
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
alcalino
|
oligopeptídeos
oligopeptídeos
dipeptídeos
maltose
sacarose
lactose
|
aminoácidos
aminoácidos
aminoácidos
glicose
glicose e frutose
glicose e
galactose
|
No intestino, as contrações rítmicas e os movimentos
peristálticos das paredes musculares, movimentam o quimo, ao mesmo tempo em que
este é atacado pela bile, enzimas e outras secreções, sendo transformado em
quilo.
A absorção dos nutrientes ocorre através de mecanismos ativos ou
passivos, nas regiões do jejuno e do íleo. A superfície interna, ou mucosa,
dessas regiões, apresenta, além de inúmeros dobramentos maiores, milhões de
pequenas dobras (4 a 5 milhões), chamadas vilosidades; um traçado que aumenta a
superfície de absorção intestinal. As membranas das próprias células do epitélio
intestinal apresentam, por sua vez, dobrinhas microscópicas denominadas
microvilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e
as vitaminas.
Os nutrientes absorvidos pelos vasos sanguíneos do intestino
passam ao fígado para serem distribuídos pelo resto do organismo. Os produtos da
digestão de gorduras (principalmente glicerol e ácidos graxos isolados) chegam
ao sangue sem passar pelo fígado, como ocorre com outros nutrientes. Nas células
da mucosa, essas substâncias são reagrupadas em triacilgliceróis
(triglicerídeos) e envelopadas por uma camada de proteínas, formando os
quilomícrons, transferidos para os vasos linfáticos e, em seguida, para os vasos
sangüíneos, onde alcançam as células gordurosas (adipócitos), sendo, então,
armazenados.
É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das
secreções digestivas. Uma pessoa bebe cerca de 1,5 litros de líquidos por dia,
que se une a 8 ou 9 litros de água das secreções. Glândulas da mucosa do
intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito
e eliminação pelo ânus.
Mede cerca de 1,5 m de comprimento e divide-se em ceco, cólon
ascendente, cólon transverso, cólon descendente, cólon sigmóide e reto. A saída
do reto chama-se ânus e é fechada por um músculo que o rodeia, o esfíncter
anal.
Numerosas bactérias vivem em mutualismo no intestino grosso. Seu
trabalho consiste em dissolver os restos alimentícios não assimiláveis, reforçar
o movimento intestinal e proteger o organismo contra bactérias estranhas,
geradoras de enfermidades.
As fibras vegetais, principalmente a celulose, não são digeridas
nem absorvidas, contribuindo com porcentagem significativa da massa fecal. Como
retêm água, sua presença torna as fezes macias e fáceis de serem eliminadas.
O intestino grosso não possui vilosidades nem secreta sucos
digestivos, normalmente só absorve água, em quantidade bastante consideráveis.
Como o intestino grosso absorve muita água, o conteúdo intestinal se condensa
até formar detritos inúteis, que são evacuados.
GLÂNDULAS ANEXAS
|
|
O pâncreas é uma glândula mista, de mais ou menos 15 cm de
comprimento e de formato triangular, localizada transversalmente sobre a parede
posterior do abdome, na alça formada pelo duodeno, sob o estômago. O pâncreas é
formado por uma cabeça que se encaixa no quadro duodenal, de um corpo e de uma
cauda afilada. A secreção externa dele é dirigida para o duodeno pelos canais de
Wirsung e de Santorini. O canal de Wirsung desemboca ao lado do canal colédoco
na ampola de Vater. O pâncreas comporta dois órgãos estreitamente imbricados:
pâncreas exócrino e o endócrino.
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O pâncreas exócrino produz enzimas digestivas, em estruturas
reunidas denominadas ácinos. Os ácinos pancreáticos estão ligados através de
finos condutos, por onde sua secreção é levada até um condutor maior, que
desemboca no duodeno, durante a digestão.
O pâncreas endócrino secreta os hormônios insulina e glucagon,
já trabalhados no sistema endócrino.
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Imagem: CD O CORPO HUMANO 2.0. Globo
Multimídia.
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É o maior órgão interno, e é ainda um dos mais importantes. É a
mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na
mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg. Tem cor arroxeada, superfície lisa e recoberta
por uma cápsula própria. Está situado no quadrante superior direito da cavidade
abdominal.
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O tecido hepático é constituído por formações diminutas que
recebem o nome de lobos, compostos por colunas de células hepáticas ou
hepatócitos, rodeadas por canais diminutos (canalículos), pelos quais passa a
bile, secretada pelos hepatócitos. Estes canais se unem para formar o ducto
hepático que, junto com o ducto procedente da vesícula biliar, forma o ducto
comum da bile, que descarrega seu conteúdo no duodeno.
As células hepáticas ajudam o sangue a assimilar as substâncias
nutritivas e a excretar os materiais residuais e as toxinas, bem como
esteróides, estrógenos e outros hormônios. O fígado é um órgão muito versátil.
Armazena glicogênio, ferro, cobre e vitaminas. Produz carboidratos a partir de
lipídios ou de proteínas, e lipídios a partir de carboidratos ou de proteínas.
Sintetiza também o colesterol e purifica muitos fármacos e muitas outras
substâncias. O termo hepatite é usado para definir qualquer inflamação no
fígado, como a cirrose.
Funções do fígado:
- Secretar a bile, líquido que atua no emulsionamento das gorduras ingeridas, facilitando, assim, a ação da lipase;
- Remover moléculas de glicose no sangue, reunindo-as quimicamente para formar glicogênio, que é armazenado; nos momentos de necessidade, o glicogênio é reconvertido em moléculas de glicose, que são relançadas na circulação;
- Armazenar ferro e certas vitaminas em suas células;
- Metabolizar lipídeos;
- Sintetizar diversas proteínas presentes no sangue, de fatores imunológicos e de coagulação e de substâncias transportadoras de oxigênio e gorduras;
- Degradar álcool e outras substâncias tóxicas, auxiliando na desintoxicação do organismo;
- Destruir hemácias (glóbulos vermelhos) velhas ou anormais, transformando sua hemoglobina em bilirrubina, o pigmento castanho-esverdeado presente na bile.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
A LUZ - 9 Ano E
segue abaixo o link para download da apostila sobre o tema: LUZ.
http://pt.scribd.com/doc/92630306/A-luz
Boa Leitura!
http://pt.scribd.com/doc/92630306/A-luz
Boa Leitura!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
A HISTÓRIA DAS COISAS
ATENÇÃO 6º ANOS
SEGUE ABAIXO O LINK PARA VOCÊS ASSISTIREM O VÍDEO: A HISTÓRIA DAS COISAS.
LEMBREM DE REALIZAR O COMENTÁRIO NO PRÓPRIO BLOG, QUE SERÁ AVALIADO COMO AT.
ESPERO QUE GOSTEM!!!
http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k
SEGUE ABAIXO O LINK PARA VOCÊS ASSISTIREM O VÍDEO: A HISTÓRIA DAS COISAS.
LEMBREM DE REALIZAR O COMENTÁRIO NO PRÓPRIO BLOG, QUE SERÁ AVALIADO COMO AT.
ESPERO QUE GOSTEM!!!
http://www.youtube.com/watch?v=3c88_Z0FF4k
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Exercício Classificação dos Seres Vivos
Atenção 7º Anos
Conforme combinado segue abaixo o link para dowload e impressão do exercício de fixação, referente ao assunto: classificação dos seres vivos.
link: http://pt.scribd.com/doc/88635743/exercicio-classificacao-dos-seres-vivos
Bons Estudos!!!
Conforme combinado segue abaixo o link para dowload e impressão do exercício de fixação, referente ao assunto: classificação dos seres vivos.
link: http://pt.scribd.com/doc/88635743/exercicio-classificacao-dos-seres-vivos
Bons Estudos!!!
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